quinta-feira, 19 de março de 2015

Auto-retrato em terras de Gaudi





Ainda tenho, bem à vista e acessível, o gadjet que veio comigo nesse ano:
Uma pequena haste extensível, com meio metro de máximo, bem ao jeito do que agora se vê a ser usado para as famosas selfies.
A principal diferença entre esta e as da moda é esta possuir um grampo numa ponta e uma pequena rótula na outra.
Vendida como suporte para webcams, para ser colocada em mesas de reuniões em vídeo-conferências, por exemplo, tem o tamanho e a robustez certas para suportar uma pequena câmara de bolso. Foi o caso.
Mas não foi por isso que a comprei.
É que tem também o tamanho e robustez certas para suportar um pequeno flash portátil e ser fixada numa sanefa, numa ombreira de porta, numa estante ou armário ou mesmo numas costas de cadeira e fazer “aquela” luz diferente, que encherá o espaço ou fará o recorte de toque vindo do tecto. E suficientemente pequena para caber em qualquer mochila de equipamento fotográfico de um qualquer turista. Eu, no caso. 

By me

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