quarta-feira, 13 de dezembro de 2017

Boas festas



Lisboa, Jardim Constantino, Dezembro do ano da graça de 2017.
Em passeio sem pressas, apercebo-me de alguns agentes da PSP interpelando motoristas parados mesmo em frente a uma paragem de autocarro.
Finalmente, pensei. Alguns abusadores do espaço público vão ser autuados.
Aproximei-me para ver de perto aquele raro agir dos cívicos na grande cidade.
Quão errado eu estava!
Tratava-se de uma equipa do SIR que efectuava uma operação STOP. Mandando parar os automóveis na zona marcada a amarelo em frente à paragem e antecedida de um sinal vertical de “estacionamento e paragem proibida” com o acréscimo “excepto ccfl”.
Seis carros inspeccionados, quatro autocarros que deixaram e receberam passageiros, sete cidadãos que embarcaram e muitos olhares façanhudos dos agentes para mim depois, começou a choviscar. Aquela chuva que nem molha nem deixa secar.
Os agentes, que não são militares mas também não são civis, recolheram à carrinha, também ela estacionada na zona reservada e encostadinha a uma curva.
Por mim, que tinha tirado a câmara do bolso mas que rapidamente a devolvi depois de ter sido “admoestado” pelos olhares daqueles polícias de longo cassetete, braçadeira ameaçadora e olhar igualmente nada tranquilizador, deixei-me ficar mais uns minutos e zarpei.
Claro que não pude fazer o respectivo registo, pelo que vos deixo um dos enfeites de Natal da praça do Saldanha, fotografado minutos depois.


Boas festas para todos, incluindo os bons agentes da PSP.

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O tempo é meu



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Acordando



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terça-feira, 12 de dezembro de 2017

Just for the fun



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Arrumações



E quando começas a arrumar peças fotográficas no armário de gavetas, o que colocas na primeira?
Fácil! Um fotómetro clássico, um fotómetro, spotmeter e flashmeter e um termocolorímetro.



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Frases feitas



Num mundo de frases feitas, séries televisonadas, gatos fofinhos e fotografias gastronómicas, qualquer pensamento original com mais de cinquenta palavras está condenado ao olvido instantâneo.

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Fora da caixa



O fora da caixa é politicamente incorrecto, socialmente reprovável e academicamente ignorado.
Pensar, falar, agir.
Nas artes, nas letras, no quotidiano.
Coitado do que se atreve!

Ou feliz do que tem a coragem, apesar de tudo, de o ser.

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segunda-feira, 11 de dezembro de 2017

Não há Anas que atrapalhem os Pai Natal



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AVISO À NAVEGAÇÃO



Não é de todo importante. Mas sempre fica o alerta.
Apercebi-me, num blog que vou mantendo, de um número redondo e grande de publicações feitas. Não costumo olhar para essas estatísticas, mas desta feita saltou-me à vista.
Sendo certo que que não mantenho os espaços virtuais com os mesmos conteúdos, quis saber quantas fotografias já teria publicado no Facebook. Só pela graça.
Ainda que tenha que ser mais ou menos manual, a contagem, baseei-me na indicação de quantas fotografias constam em cada álbum.
Qual não é o meu espanto quando constato o desaparecimento de muitas. Várias centenas mesmo. E apercebi-me disso pela quantidade de álbuns temáticos, referentes a situações específicas, que continham apenas uma fotografia. Nalguns casos, como manifestações de rua ou reportagens de teatro, sei sem sombra de dúvida que eram dezenas em cada.
Noutros casos, a maioria, um número inferior a 200, quantidade limite por álbum que me faz abrir um novo. Por vezes o número apresentado é inferior a 180.
Como disse no início, isto não é particularmente importante. Não publico uma fotografia da qual não tenha arquivo (mais que um por questões de segurança) pelo que estarem ou não on-line as mais antigas é pouco importante.
Mais ainda: este espaço virtual é gratuito e nas “condições de utilização”, aquelas letrinhas que ninguém lê, somos avisados que coisas destas podem acontecer sem que possam ser atribuídas responsabilidades.
Indo mais longe, e pensando nas que se “perderam”, não creio que tenham sido objecto de censura. Os conteúdos dos álbuns afectados é por demais variado para se poder dizer isso.
No entanto, e para aqueles que usam os espaços virtuais como arquivo único e que contam com ele para utilizações várias, fica o alerta: não há arquivos garantidos nem eternos quando enviamos conteúdos para a “nuvem”, seja ela assim chamada ou espaços virtuais de acesso público.
Manter as imagens, quer as originais quer as tratadas, em discos rígidos autónomos (mais que um e, de preferência, de marcas diferentes e comprados com mais de um ano de intervalo) é bem mais seguro. Ainda que nada garanta contra avarias ou acidentes.
Bom senso e precaução recomendam-se.


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E depois da tempestade...



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